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	<title>PNETvolupia - Portal e Comunidade da Sensualidade, Erotismo e Sedução</title>
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	<description>Volupia, Erotismo, Sensualidade</description>
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		<title>A Origem do Mundo</title>
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		<pubDate>Sun, 01 Nov 2009 21:09:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Madalena</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pintura Erótica]]></category>

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		<description><![CDATA[Gustave Courbet (1819-1887) Pintor realista francês.
Com o tempo transformou-se num pintor erótico.
Courbet era conhecido por sua atitude crítica à sociedade e à moral burguesa.
L’Origine du Monde (1866) Musée d’Orsay é a pintura mais famosa de Courbet. Ela foi pintada sob encomenda para um colecionador turco, que a vendeu posteriormente. A tela acabou com Lacan, após [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Gustave Courbet (1819-1887) Pintor realista francês.<br />
Com o tempo transformou-se num pintor erótico.<br />
Courbet era conhecido por sua atitude crítica à sociedade e à moral burguesa.<br />
L’Origine du Monde (1866) Musée d’Orsay é a pintura mais famosa de Courbet. Ela foi pintada sob encomenda para um colecionador turco, que a vendeu posteriormente. A tela acabou com Lacan, após sua morte, sua família doou ao Musée d’Orsay. A obra incomoda. Houve intenção de Courbet em chocar e perturbar o espectador.</p>
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		<title>Sensual</title>
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		<pubDate>Sun, 01 Nov 2009 20:39:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Madalena</dc:creator>
				<category><![CDATA[Videos]]></category>

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		<description><![CDATA[Sempre sexy&#8230;
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Sempre sexy&#8230;<br />
Vídeo actualizado.</p>
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		<title>Entre portagens</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Oct 2009 20:25:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Madalena</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crónicas]]></category>
		<category><![CDATA[slider]]></category>

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		<description><![CDATA[O diálogo mudou de rumo quando menos esperavam, a meio do caminho, na autoestrada para um destino qualquer. Ele homem, ela mulher, sem segundas intenções, apenas numa troca de palavras para romper o silêncio de uma viagem comprida, ele condutor, ela a seu lado, e o silêncio quebrado com uma conversa que denunciou o carácter [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O diálogo mudou de rumo quando menos esperavam, a meio do caminho, na autoestrada para um destino qualquer. Ele homem, ela mulher, sem segundas intenções, apenas numa troca de palavras para romper o silêncio de uma viagem comprida, ele condutor, ela a seu lado, e o silêncio quebrado com uma conversa que denunciou o carácter atesoado dos dois.<br />
Atrasados para chegarem, sem hipóteses de pararem, e a tensão a subir no diálogo e nos olhares trocados de raspão e ele concentrado na estrada tanto quanto possível e ela a perceber-lhe o tesão terrível na braguilha forçada por dentro e a desenvolver uma vontade de encontrar uma solução para aquela aflição que lhe notava na fisionomia e no teor daquilo que lhe dizia, enlouquecido pelas palavras e pelas pernas destapadas da companheira ocasional, uma boleia, daquele percurso que de repente lhe parecia longo demais.<br />
E ela divertida, cada vez mais atrevida, a provocá-lo com a sedução conversada mais a camisola decotada que lhe atraía o olhar e o fazia transpirar, denunciando a dificuldade de controlar uma vontade imensa de deitar tudo a perder, sair do seu caminho e encostar a uma berma para tentar dar-lhe a volta.<br />
Mas sabia que não podia, o atraso já era grande e a ocasião não permitia qualquer distracção, empregos em causa, e por isso acelerava a ver se o tempo assim passava mais depressa.<br />
Foi então que ela se inclinou e ao ouvido sussurrou um pedido de atenção ao seu papel na condução e depois deixou escorregar a cabeça até onde o milagre que ele fantasiava finalmente aconteceu.</p>
<p><a href="http://charquinho.blogs.sapo.pt/" target="_blank">Jorge Shark</a></p>
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		<title>Tempestade</title>
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		<pubDate>Sun, 25 Oct 2009 20:34:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Madalena</dc:creator>
				<category><![CDATA[Poesia]]></category>
		<category><![CDATA[slider]]></category>

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		<description><![CDATA[O intemporal temporal
marcado nas coxas
agarradas ao trovão,
a dar entrada completa
ao Mestre da tempestade
interna da fusão
para beber a chuva animal
sobrepostas as duas rochas
fazem fusão perfeita:
um só corpo quando tudo arde.
Miss Shag Well
Foto: Cristian Crisbasan
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O intemporal temporal<br />
marcado nas coxas<br />
agarradas ao trovão,<br />
a dar entrada completa<br />
ao Mestre da tempestade<br />
interna da fusão<br />
para beber a chuva animal<br />
sobrepostas as duas rochas<br />
fazem fusão perfeita:<br />
um só corpo quando tudo arde.</p>
<p><a href="http://missjoanaswell.blogspot.com/" target="_blank">Miss Shag Well</a></p>
<p>Foto: Cristian Crisbasan</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Excitações</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Oct 2009 19:21:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Madalena</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crónicas]]></category>
		<category><![CDATA[slider]]></category>

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		<description><![CDATA[- Que se lixe – disse ela enquanto empurrava a porta da sala do engenheiro com a anca, numa mão um grupo de papeis meio desordenados, na outra uma chávena de café ainda fumegante. – Que se lixe! – repetiu, desta vez mostrando o rosto irado ao senhor engenheiro.
Era assim que ele gostava. Vê-la irritada [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>- Que se lixe – disse ela enquanto empurrava a porta da sala do engenheiro com a anca, numa mão um grupo de papeis meio desordenados, na outra uma chávena de café ainda fumegante. – Que se lixe! – repetiu, desta vez mostrando o rosto irado ao senhor engenheiro.</p>
<p>Era assim que ele gostava. Vê-la irritada excitava-o. Dava-lhe verdadeiro tesão. Não se atreveu sequer a perguntar-lhe o que lhe estava a acontecer, não queria de maneira nenhuma acalmá-la. Fingiu que não ouviu, baixou a cabeça para o dossier que entretanto tinha aberto sobre a mesa e apontou-lhe o local onde deveria pousar a chávena.</p>
<p>Impávida mas não serena, colocou o café não sem ter estremecido a mão a pontos de ter feito cair a colher no meio do chão e verter meia chávena no pires e na tábua. Depois, aproximou-se dele, como fazia em outras ocasiões mais calmas e dengosas e sentou-se-lhe no colo. Só que, hoje, não precisou de ter trabalho. Metade estava feito, apenas um delicioso deslizamento, um encontro de sensações uma cálida e ardente penetração. Quando acabaram de se beijar, ela levantou-se e olhou de lado. Ele ainda tentou indagá-la mas ela limitou-se a encolher os ombros. – Que se lixe!</p>
<p><a href="http://www.predatado.blogspot.com/" target="_blank">Vítor Fernandes</a></p>
<p><em>Foto: Barbara Taura</em></p>
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		<title>Caminhos</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Oct 2009 20:59:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Madalena</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crónicas]]></category>
		<category><![CDATA[slider]]></category>

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		<description><![CDATA[Atraso os passos porque já sei o que vou encontrar. Não me lembro uma única vez durante o dia mas as imagens surgem-me como flashes quando se aproxima o momento em que lá tenho que passar. Já fiz inúmeras tentativas de desviar caminho, mas tornar-se-ia demasiado extenso e fico depois com um gosto amargo na [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Atraso os passos porque já sei o que vou encontrar. Não me lembro uma única vez durante o dia mas as imagens surgem-me como flashes quando se aproxima o momento em que lá tenho que passar. Já fiz inúmeras tentativas de desviar caminho, mas tornar-se-ia demasiado extenso e fico depois com um gosto amargo na boca, pois fico a pensar se estaria com alguém ou não. A janela está sempre aberta. Sei que faz de propósito. O rés-do-chão convida os olhares distraídos mas os ouvidos atentos a desviar a atenção para aquela divisão da casa, a única que dá para a rua empedrada. Tem sempre companhia. Deduzo que nem sempre seja a mesma, pois os gemidos por vezes são guinchos ou até gritos, enquanto a sua voz quase muda se afunda nos tecidos. Todos sabem que faz aquilo por prazer mas ninguém sabe se lhe pagam ou não. Mulher farta, de vida desafogada, nunca ninguém lhe conheceu profissão ou afazer. Cruza a praça principal da cidade e todos param para a ver passar. As coxas fartas e o cabelo negro seduzem todos os que por ali param. Muitos há que ali vão com a desculpa do café ou jornal, para apenas a ver passar. Tem sempre um meio sorriso no rosto. Astuta coloca um perfume suave na pele deixando um rasto que eleva os pescoços que por ela se cruzam. A casa cheira sempre a incenso. Por vezes até agonia a intensidade daqueles aromas. Não consigo não passar pela sua porta. Podia até fazê-lo mas não consigo. Não olho, mas ouço os gemidos. Às vezes ouço gargalhadas e risadas, ou o trautear de uma melodia. Um dia olhei. Não resisti e olhei. Fiquei parada. As suas coxas fartas ladeavam-lhe o corpo. Ele, completamente extasiado, perpetrava movimentos cordatos mas profundos que impunham um ritmo ofegante ao corpo daquela bela mulher. Ela falava. A sua voz ordenava-lhe os movimentos. Ele cumpria escrupulosamente todas as suas ordens. As pernas abriam-se completamente esticadas. Ele segurava-as pelo interior dos joelhos e empurrava com firmeza. A sua nuca caída e cabelos pendurados deixavam transparecer as veias no pescoço. Abriu os olhos e viu-me. Por momentos até me pareceu que me enviava um beijo. Foi apenas impressão minha. Abandonei o cenário. Deixei-os lá para trás e dirigi-me ao meu destino. Esperavam-me onde o prazer tem sempre o mesmo rosto.</p>
<p><a href="http://www.aliciante.eu/aliciante/" target="_blank">Madalena Palma</a></p>
<p><em>Foto: A. Libidova</em></p>
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		<title>Prova-me</title>
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		<pubDate>Sat, 17 Oct 2009 17:17:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Madalena</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crónicas]]></category>
		<category><![CDATA[slider]]></category>

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		<description><![CDATA[Naquela  noite decidimos ficar por ali. Não queríamos que mais ninguém soubesse do nosso  segredo. Desejávamos aproveitar aquela última noite juntos.
Não  sabíamos o futuro e o desejo crescera, durante a semana, de dia para  dia.
Só  tínhamos o teu saco cama. Agarrados e dentro dele, observávamo-nos.
A Lua já  estava alta [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Naquela  noite decidimos ficar por ali. Não queríamos que mais ninguém soubesse do nosso  segredo. Desejávamos aproveitar aquela última noite juntos.<br />
Não  sabíamos o futuro e o desejo crescera, durante a semana, de dia para  dia.<br />
Só  tínhamos o teu saco cama. Agarrados e dentro dele, observávamo-nos.<br />
A Lua já  estava alta e o som das ondas não nos largava empurrando-nos para um ritmo de  luxúria. Pegaste-me no rosto, beijaste-me o queixo e uma das tuas mãos procurou  os meus lábios. Deixei entrar o dedo e brinquei com ele na minha boca como tu  gostas.<br />
Mordiscaste o meu lábio e eu  senti-me de outra maneira.<br />
Deixei-te  ajeitar a minha perna perante o teu olhar atrevido.<br />
Pegaste  na minha mão e levaste-a para o que ansiava ser acariciado. As primeiras gotas  de suor caem pelo teu rosto e eu procuro-te ainda mais.<br />
Beijas-me  como nunca beijaste e não resistindo mais entras em mim deixando-me a gemer  baixinho junto ao teu ouvido.<br />
Sintonizas os teus movimentos com  o das ondas, lá ao fundo naquela praia.<br />
E de  repente eu digo sussurrando:<br />
- Pára&#8230;  Não te mexas&#8230;<br />
Olhas-me  surpreso e quando abres a boca, respondo-te:<br />
- Quero  sentir-te a pulsar dentro de mim&#8230;<br />
Doido de  desejo paras mas a tua respiração veloz ordena que continues.<br />
Pego-te  no rosto e peço-te com os lábios para continuares.<br />
As  estrelas sentem o nosso êxtase e eu quase saio do saco cama sufocada pelo imenso  calor do seu interior, tremendo de prazer.<br />
Tapas-me  a boca com os teus dedos e dizes-me ao ouvido:<br />
-  Prova-me.<br />
E eu  sorrindo, beijo-te e desaperto o saco cama e satisfaço o teu pedido.</p>
<p>O Beijo da Lua</p>
<p>Foto: A. Brito</p>
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		<title>Hands</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Oct 2009 10:32:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Madalena</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fotos]]></category>
		<category><![CDATA[slider]]></category>

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		<description><![CDATA[Há gestos que deveriam durar uma eternidade.
Foto: Rven
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Há gestos que deveriam durar uma eternidade.</p>
<p><em>Foto: Rven</em></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Cunilinguus</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Oct 2009 10:01:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Madalena</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pintura Erótica]]></category>
		<category><![CDATA[slider]]></category>

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		<description><![CDATA[“Two figures and a cat”, Pablo Picasso (1902).
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			<content:encoded><![CDATA[<p>“Two figures and a cat”, Pablo Picasso (1902).</p>
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		<title>Pela madrugada fora</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Oct 2009 20:43:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Madalena</dc:creator>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[slider]]></category>

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		<description><![CDATA[Acordou sem saber porquê e deu pela falta dela na cama. E ao passar pelo outro quarto notou a ausência da amiga que lá ficara para dormir, depois de algum excesso na bebida.
Percebeu-as na cozinha, luz apagada, silhuetas recortadas contra a janela iluminada pelo candeeiro da rua, coladas uma à outra num momento intenso de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Acordou sem saber porquê e deu pela falta dela na cama. E ao passar pelo outro quarto notou a ausência da amiga que lá ficara para dormir, depois de algum excesso na bebida.</p>
<p>Percebeu-as na cozinha, luz apagada, silhuetas recortadas contra a janela iluminada pelo candeeiro da rua, coladas uma à outra num momento intenso de tesão.</p>
<p>Sentiu-se a mais, alheio a uma situação que sabia ter nascido do nada, uma tentação resultante de uma coincidência de desejos acabados de explodir nos beijos que elas trocavam e nas mãos com que se estimulavam, encantadoras, mas não conseguiu afastar-se ou mesmo desviar o olhar enfeitiçado pela magia que ali acontecia.</p>
<p>Deixou-se ficar encostado no umbral da porta, fascinado por aquele cenário que o surpreendia mas nenhum outro efeito produzia que não o da enorme erecção, automática, e a vontade de partilhar, mesmo de forma assim discreta, a graciosidade dos movimentos e a beleza dos sons.</p>
<p>Quando deram por ele, a caminho da sala para poderem ir mais além, venceram o susto ao perceberem com a sua expressão serena, deliciada, quase como que a pedir desculpa pela intrusão.</p>
<p>Ao passarem por ele deram-lhe a mão. E deixaram-no sentado a observar até que finalmente a sua companheira, depois de um esclarecedor olhar para a parceira de circunstância, lhe deu o sinal para avançar.</p>
<p><a href="http://charquinho.blogs.sapo.pt/" target="_blank">Jorge Shark</a></p>
<p><em>Foto: Liberto</em></p>
]]></content:encoded>
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